sábado, abril 4

Tag: tecnologias assistivas

Estudantes cria bactéria que come plástico

Estudantes cria bactéria que come plástico

Ciência
Estudantes desenvolvem bactéria que come plástico e o transforma em água De acordo com estudos recentes, é provável que em 2050 haja mais plástico do que peixes em nossas águas oceânicas. Ainda bem que existem pessoas preocupadas com a poluição dos oceanos, e desse modo, uma bactéria foi desenvolvida pelas estudantes Miranda Wang e Jeanny Yao. Com cinco prêmios, a dupla ficou famosa por ser a mais jovem a ganhar o prêmio Perlman de Ciência. Tudo devido ao protótipo de bactéria capaz de transformar plástico em CO² e água. A tecnologia vem sido utilizada de duas formas: a primeira é para limpar as praias e a segunda para produzir matéria-prima para confecção de tecidos. “Nos dias de hoje, é praticamente impossível fazer com que paramos de usar plástico. Acreditamos que tudo deveri
Tecnologia para reduzir a perda de abelhas será construída no Nordeste

Tecnologia para reduzir a perda de abelhas será construída no Nordeste

Notícias
Tecnologia para reduzir a perda de abelhas terá o primeiro protótipo construído em um ano, e ser na Embrapa Meio-Norte, em Teresina Em pelo menos dois anos, os apicultores do Nordeste vão poder contribuir com a redução da perda de abelhas, hoje um dos maiores problemas ambientais do planeta. Um projeto do grupo Inova Bee, formado por jovens empreendedores do Piauí, vai acompanhar, por meio de sensores, a temperatura, peso, umidade e qualidade do ar dentro de colmeias. O primeiro protótipo deve estar pronto em um ano, e será construído na Embrapa Meio-Norte, em Teresina. A tecnologia vai ajudar os apicultores a monitorar, passo a passo, a vida das abelhas sem a necessidade de abrir as colmeias e estressar os insetos. O estresse, segundo a maioria dos pesquisadores da área, é um dos
As tecnologias para quem quer dormir melhor

As tecnologias para quem quer dormir melhor

Curiosidades
As tecnologias para quem quer dormir melhor; saiba quais são! Travesseiro antirronco e cama que ajusta temperatura são apostas de empresas e startups; setor pode gerar até US$ 81 bi este ano Ter uma boa noite de sono, aprende-se desde cedo, é essencial para o corpo. Muitas vezes, porém, rotinas aceleradas, estresse e o uso frequente de telas luminosas (como as de celulares e PCs) atrapalham as preciosas horas de descanso. Mas a indústria de tecnologia está de olho em como resolver esse problema usando suas próprias armas. É um mercado chamado de "sleeptech" (tecnologia do sono) e que pode valer até US$ 81 bilhões este ano, segundo previsão da consultoria Persistence. Na última edição da Consumer Eletronics Show (CES), feira de tecnologia realizada no início do mês em Las Vegas (EU